Segunda hipótese: Jesus apenas parecia morto

A ideia é que Jesus não morreu de verdade, foi enterrado vivo, se recuperou no túmulo, tirou a pedra da entrada e saiu para falar com seus discípulos.

Essa tese explica perfeitamente todos os pontos, porque o túmulo foi encontrado vazio, porque ele apareceu e também porque os discípulos acreditavam na ressurreição.

Explica tudo, mas não convence. Como pode um homem quase morto remover uma pedra pesada? Jesus estava gravemente ferido e precisaria de atendimento médico, como poderia convencer os discípulos de que ele era o grande salvador que venceu a morte? Teria convencido os discípulos de que ele não tinha morrido, mas não de que ele tinha ressuscitado gloriosamente.

Pensemos no mundo dos romanos. Seus executores eram peritos na sua arte e para ter certeza que a vítima estava morta eles até perfuravam o coração. 

A ideia de que um homem gravemente ferido e crucificado poderia sair andando de Jerusalém até Galileia é totalmente absurda.

O que mais precisa ser inventado para apoiar essa ideia? Existem muitas maquinações de sociedades secretas,  de uma aliança entre os discípulos e os líderes judeus, poções mágicas e etc. Mas, nada disso é fundamentado em evidências.

A medicina hoje não acredita que uma pessoa gravemente ferida e crucificada seria capaz de tudo isso. Inclusive não existe nenhum relato de que Jesus ficou com os discípulos logo após a sua crucificação.

Será que essa hipótese é melhor que as outras? No mundo acadêmico ninguém acha.

Mais uma vez, os únicos seguidores são aqueles escritores sensacionalistas, especialmente na internet.

Nenhum comentário:

Postar um comentário